terça-feira, 25 de setembro de 2007











Infelizmente ela se foi, mas vai ficar eternamente em nossos corações.




Maria A. do Nascimento.




** 01/09/1960**




++ 24/09/2007++







O Senhor é o meu pastor, nada me faltará.
Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
Certamente que a bondade e a misericórdia do Senhor me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor por longos dias.


Salmo 23.












sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Sport Club Corinthians Paulista


minha homenagem aos 97 de glórias e tradição

Nome: Sport Club Corinthians Paulista

Fundação: 1º de setembro de 1910

Presidente: Clodomil Orsi

Endereço: Rua São Jorge, 777 - Tatuapé - São Paulo - SP

CEP: 03087-000 Telefone: (011) 6942-9633

Mascote: Mosqueteiro

Estádio Nome: Alfredo Schurig - Fazendinha

Dimensões do Campo: 109.50m X 75.80m

Capacidade: 18.386 Espectadores

Centro de TreinamentoAvenida Miguel Inácio Curi, 111 - Itaquera

O Nome


A origem do nome Corinthians, vem de um time da Inglaterra, o Corinthian Football Club, que esteve jogando partidas amistosas no Rio de Janeiro e em São Paulo. O nome do time inglês, fundado em 1882, foi em homenagem à cidade grega de Corinto.Mais do que um dos grandes clubes ingleses do início do século, o Corinthian foi um dos maiores responsáveis pela difusão do futebol na América Latina. O belíssimo futebol apresentado nos amistosos em que disputou, impressionou inclusive aqueles cinco rapazes do Bom Retiro, que mais tarde fundariam o Corinthians Paulista.Sport Club Corinthians Paulista foi o nome sugerido por Joaquim Ambrósio, provavelmente com a intenção de mostrar a seus companheiros que o novo clube um dia poderia se tornar tão grande e conhecido como o Corinthian inglês.



A Camisa

O preto e o branco, que hoje simbolizam o Corinthians e identificam a paixão do torcedor, só foram adotados como cores oficiais do uniforme algum tempo depois da fundação. No início, o time de futebol usava camisas de cor creme, com frisos pretos nos punhos e golas. Após seguidas lavagens, o creme foi desbotando e a diretoria da época, sem dinheiro para a compra de um novo jogo de camisas, decidiu adotar o branco como a nova cor oficial do uniforme, ao lado dos calções pretos.A partir daí, o Corinthians deu vida e pulsação à mais neutra combinação possível de cores. De lá para cá, o clube só abandonou o preto e o branco uma vez, jogando com camisas grenás (contra a Portuguesa), em homenagem aos jogadores do Torino, da Itália, mortos no desastre aéreo de Superga em 4 de maio de 1949. Em 11 de fevereiro de 1960, o Corinthians venceu o Universitário do Peru por 5 a 2, no Estádio Nacional de Lima, usando uma camisa idêntica à do Peñarol, do Uruguai, com listas pretas e amarelas.



Os Brasões
O atual brasão do Corinthians não se parece em nada com o distintivo original, criado às pressas, em 1913, quando a equipe conquistou uma vaga na Liga Paulista de Futebol: um "C" e um "P" maiúsculos, de Corinthians Paulista. Foi influenciado diretamente pelo símbolo do Corinthian inglês.A primeira variação aconteceu em 1916, após a conquista do Campeonato Paulista. Três letras no escudo, em um fundo redondo embutido num contorno mais complicado, continuavam dando pouca leitura. Talvez por isso sua vida tenha sido tão curta. Pouco mais de um ano depois, nova mudança. O formato redondo, assumido naquele ano, nunca mais foi abandonado.Em 1920, ficou definido que a bandeira do Estado de São Paulo, o nome do clube por inteiro e a data de fundação, em círculo negro com fundo branco, passariam a fazer parte do distintivo corintiano.A âncora, os remos e a bóia estilizada surgiram apenas em 1926, com a marcha do clube para a região leste da cidade de São Paulo e a compra do enorme terreno em que foi erguido o Parque São Jorge. O distintivo do Sport Club Corinthians Paulista passou a ter leitura e significado, mas apenas integrou as camisas do clube em 1937.Na última mudança, a bandeira paulista ondula, transmitindo a idéia de dinamismo e ação, ao contrário da que permaneceu durante anos na camisa do time, que era estática e não respeitava o rigor das treze listras.Em 1990, o emblema recebeu a primeira estrela de Campeão Brasileiro. Em 1998 e 1999, mais duas estrelas foram incorporadas devido às conquistas de mais dois campeonatos nacionais. A quarta estrela, acima das anteriores, refere-se ao título do Mundial de Clubes da Fifa.



Hino do Timão
Sport Club Corinthians Paulista
(Lauro D'Avila)


Salve o Corinthians

O campeão dos campeões

Eternamente

Dentro dos nossos corações
Salve o Corinthians

De tradição e glórias mil

Tu és orgulho

Dos desportistas do Brasil

Teu passado é uma bandeira

Teu presente, uma lição

Figuras entre os primeiros

Do nosso esporte bretão

Corinthians grande

Sempre altaneiro

És do Brasil

O clube mais brasileiro!

Titulos


Títulos Regionais

Tri Paulista: (1922, 1923, 1924); (1928, 1929, 1930) e (1937, 1938, 1939).Campeonato Paulista: 1914, 1916, 1941, 1951, 1952, 1954, 1977, 1979, 1982, 1983, 1988, 1995, 1997, 1999, 2001, 2003,2005.

Torneio Início: 1919, 1920, 1921, 1936, 1938, 1941, 1944.

Taça Cidade de São Paulo: 1942, 1947, 1948, 1952.

Taça São Paulo: 1962

Títulos NacionaisTorneio Rio-São Paulo: 1950, 1953, 1954, 1966 e 2002

Campeonato Brasileiro: 1990, 1998 , 1999 e 2005

Copa do Brasil: 1995 e 2002

Taça São Paulo de Juniores: 1969, 1970, 1995, 1999 e 2004

Torneio Centenário Brasileiro: 1922

Torneio Charles Müller: 1958

Taça Inauguração de Brasília: 1960

Supercopa do Brasil: 1991

Copa Bandeirantes: 1994

Taça do Povo: 1970

Taça Governador do Estado: 1978

Taça Cidade de Porto Alegre: 1983

Títulos InternacionaisMundial de Clubes: 2000

Troféu Ramón de Carranza (ESP): 1996

Pequena Taça do Mundo: 1953

Torneio de Torino: 1966, 1969

Torneio Costa do Sol: 1969

Torneio Internacional de Nova York: 1969

Copa Internacional da Feira de Hidalgo: 1981



Maiakovski

Poeta russo "suicidado" após a revolução de Lenin… escreveu, ainda no início do século XX :

Na primeira noite, eles se aproximam
e colhem uma flor de nosso jardim. E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão.
E não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua,
e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E porque não dissemos nada,
já não podemos dizer nada.





Depois de Maiakovski…


Primeiro levaram os negros
Mas não me importei com issoEu não era negro
Em seguida levaram alguns operáriosMas não me importei com issoEu também não era operário
Depois prenderam os miseráveisMas não me importei com issoPorque eu não sou miserável
Depois agarraram uns desempregadosMas como tenho meu emprego Também não me importei
Agora estão me levandoMas já é tarde.Como eu não me importei com ninguémNinguém se importa comigo.

Bertold Brecht (1898-1956)




Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.Como não sou judeu, não me incomodei.
No dia seguinte, vieram e levaram
meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei .
No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.Como não sou católico, não me incomodei.
No quarto dia, vieram e me levaram;já não havia mais ninguém para reclamar...

Martin Niemöller, 1933 - símbolo da resistência aos nazistas.





Primeiro eles roubaram nos sinais, mas não fui eu a vítima,
Depois incendiaram os ônibus, mas eu não estava neles;
Depois fecharam ruas, onde não moro;
Fecharam então o portão da favela, que não habito;
Em seguida arrastaram até a morte uma criança, que não era meu filho...

Cláudio Humberto, em 09 FEV 2007




O que os outros disseram, foi depois de ler Maiakovski.
Incrível é que, após mais de cem anos, ainda nos
encontremos tão desamparados, inertes, e submetidos aos
caprichos da ruína moral dos poderes governantes, que
vampirizam o erário, aniquilam as instituições, e deixam aos cidadãos os
ossos roídos e o direito ao silêncio : porque a
palavra, há muito se tornou inútil…

- até quando?...

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

A história de Rick Hoyt e Dick Hoyt






Rick Hoyt nasceu em 1962, com quadriplegia espática, como uma pessoa que não consegue falar. O cordão umbilical se prendeu ao seu pescoso durante o nascimento cortando todo oxigênio para seu cérebro. Os médicos disseram que não haveriam esperanças para o desenvolvimento de Rick. "Tem sido uma história de exclusão desde o início," Dick, o pai, conta. "Quando ele tinha 8 meses de idade os médicos disseram para deixá-lo em alguma instituição — ele seria um vegetal a vida toda, esse tipo de coisa. Bem, esses médicos não estão vivos mais, mas eu gostaria que eles pudessem ver o Rick agora."Eles não seguiram os conselhos dos médicos e trouxeram Rick para casa, para ser criado normalmente. Ele demostrava ser tão inteligente quanto seus outros dois irmãos. Ao tentar entrar para escola, recusaram dizendo que ele não poderia aprender porque não era capaz de se comunicar. Mas isso não era verdade pois ao contar uma piada a Rick, ele demostrava a mesma capacidade de rir. Seus pais ensinaram o alfabeto. Rick foi levado ao instinto de Engenharia da Universidade de Tuffs, onde os pesquisadores construíram um dispositivo para Rick se comunicar que funcionava através dos movimentos que Rick conseguia realizar com a cabeça. A primeira frase que Rick escreveu foi "Go Bruins!". Bruins um time local de hockey que estava nas finais do campeonato estadual. Rick estava acompanhando o campeonato assim como todos. "Então descobrimos que Rick adorava esportes". Em 1975, Rick foi admitido em uma escola pública onde seria realizada uma corrida beneficiente. Rick disse que sentia vontade de correr. Dick, que era sedentário, empurrou o filho a corrida inteira. "Foi como um triunfo para nós dois. Eu fiquei sentindo dores por semanas, não estava acostumado". Mas a vida de Dick mudou quando seu filho escreveu: "Pai, enquanto estamos correndo não me sinto mais deficiente".
Dick começou a treinar muito para tentar entrar na Maratona de Boston de 1979. Não foram aceitos porque a idéia soava absurda para os organizadores. Foi quando conseguiram correr uma maratona menor. Correram tão rápido, com um tempo excelente, que tiveram que ser aceito pelos organizadores da Maratona de Boston. Foi sugerido um Triathlon. Mas Dick nunca nadou durante toda sua vida. A última vez que andara de bicicleta foi aos 6 anos. Como iria nadar puxando um homem e pedalar com alguém na bicicleta? Mesmo assim, ele tentou. E até hoje, eles fizeram 212 Triathlons. Inclusive o Ironman no Hawaii, uma prova de superação dos limites humanos com 15 horas de duração, 26.2 milhas correndo, 2.4 milhas nadando e 112 milhas pedalando, tudo num só dia. Juntos já escalaram montanhas. Juntos já fizeram trekking por mais de 3,735 milhas, percorrendo a America durante 45 dias consecutivos. Cerca de 64 maratonas, 20 duathlons e mais uma centena de corridas totalizando quase 1000 eventos.Dick tinha 65 anos e o filho 43 durante o último evento que participaram, a 24th Maratona de Boston, onde terminaram em 5.083 lugar. Sendo que, a corrida teve 20.000 participantes ou iniciantes(starters). Fizeram em 2 horas e 40 minutos, 35 minutos a mais que o homem que possui o recorde mundial, que certamente não teve que correr empurrando outro homem em uma cadeira de rodas. Certa vez, Dick sofreu um ataque cardíaco durante uma corrida. Os médicos disseram que uma das suas artérias estava tão danificada que ele teria que estar morto a 20 anos atrás. Mas graças a forma física excepcional adquirida, o problema não era maior. Dick conta chorando: "Rick e eu competindo juntos realmente me ajudou. Eu me sinto na melhor forma física da minha vida. Eu tenho 65 anos e sinto que tenho um corpo de uma pessoa de 25 anos e é tudo culpa dele".












Oitenta e cinco vezes Dick Hoyt empurrou seu filho deficiente, Rick, por 42 quilômetros em maratonas. Oitenta vezes ele não só empurrou seu filho os 42 quilômetros em uma cadeira de rodas, mas também o rebocou por 4 quilômetros em um barquinho enquanto nadava e pedalou 180 quilômetros com ele sentado em um banco no guidão da bicicleta -- tudo isso em um mesmo dia.Dick também o levou em corridas de esqui, escalou montanhas com ele às costas e chegou a atravessar os Estados Unidos rebocando-o com uma bicicleta. E o que Rick fez por seu pai? Não muito -- exceto salvar sua vida.Esta história de amor começou em Winchester, nos EUA, há 43 anos quando Rick foi estrangulado pelo cordão umbilical durante o parto, ficando com uma lesão cerebral e incapacitado de controlar os membros do corpo.-- Ele irá vegetar pelo resto da vida -- disse o médico para Dick e sua esposa Judy quando Rick tinha nove meses. -- Vocês devem interná-lo em uma instituição.Mas o casal não acreditou. Eles repararam como os olhos de Rick seguiam os dois pelo quarto. Quando Rick fez 11 anos eles o levaram ao departamento de engenharia da Tufts University e perguntaram se havia algum jeito do garoto se comunicar.-- Jeito nenhum -- disseram a Dick -- Seu cérebro não tem atividade alguma.-- Conte uma piada para ele -- Dick desafiou. Eles contaram e Rick riu. Na verdade tinha muita coisa acontecendo no cérebro de Rick.Usando um computador adaptado para ele poder controlar o cursor tocando com a cabeça um botão no encosto de sua cadeira, Rick finalmente foi capaz de se comunicar. Primeiras palavras? "Go Bruins!", o grito da torcida dos times da Universidade da Califórnia. Depois que um estudante ficou paralítico em um acidente e a escola decidiu organizar uma corrida para levantar fundos para ele, Rick digitou: "Papai, quero participar".Isso mesmo. Como poderia Dick, que se considerava a si mesmo um "leitão", que nunca tinha corrido mais que um quilômetro de cada vez, empurrar seu filho por 8 quilômetros? Mesmo assim ele tentou.
-- Daquela vez eu fui o inválido -- lembra Dick -- Fiquei com dores durante duas semanas.Aquilo mudou a vida de Rick. Ele digitou em seu computador:-- Papai, quando você corria eu me sentia como se não fosse mais portador de deficiências.O que Rick disse mudou a vida de Dick. Ele ficou obcecado por dar a Rick essa sensação quantas vezes pudesse. Começou a se dedicar tanto para entrar em forma que ele e Rick estavam prontos para tentar a Maratona de Boston em 1979.-- Impossível! -- disse um dos organizadores da corrida.Pai e filho não eram um só corredor e também não se enquadravam na categoria dos corredores em cadeira de rodas. Durante alguns anos Dick e Rick simplesmente entraram na multidão e correram de qualquer jeito. Finalmente encontraram uma forma de entrar oficialmente na corrida: Em 1983 eles correram tanto em outra maratona que seu tempo permitia qualificá-los para participar da maratona de Boston no ano seguinte.Depois alguém sugeriu que tentassem um Triatlon. Como poderia alguém que nunca soube nadar e não andava de bicicleta desde os seis anos de idade rebocar seu filho de 50 quilos em um triatlon? Mesmo assim Dick tentou.Hoje ele já participou de 212 triatlons, inclusive quatro cansativos Ironmans de 15 horas no Havaí. Deve ser demais alguém nos seus 25 anos de idade ser ultrapassado por um velho rebocando um adulto em um barquinho, você não acha? Então por que Dick não competia sozinho?-- De jeito nenhum -- ele diz. Dick faz isso apenas pela sensação que Rick pode ter e demonstrar com seu grande sorriso enquanto correm, nadam e pedalam juntos.Este ano, aos 65 e 43 anos de idade respectivamente, Dick e Rick completaram a 24a. Maratona de Boston na posição 5.083 entre mais de 20 mil participantes. Seu melhor tempo? Duas horas e 40 minutos em 1992, apenas 35 minutos mais que o recorde mundial que, caso você não saiba, foi batido por um homem que não empurrava ninguém numa cadeira de rodas enquanto corria.















um dos melhores videos da net


















quarta-feira, 29 de agosto de 2007


"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando

as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive,

sem ter consciência de que é dono do seu destino.


"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.


"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de

miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.


"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo,

ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e

quer garantir seus tostões no fim do mês.


"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde

portrás da máscara da hipocrisia.


"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que

precisam de sua ajuda.


"Diabético" é quem não consegue ser doce.


"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.


E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois "Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.



"A amizade é um amor que nunca morre."







Mário de Miranda Quintana foi um poeta, tradutor e jornalista brasileiro. Nasceu em Alegrete na noite de 30 de julho de 1906e faleceu em Porto Alegre, em 5 de maio de 1994.